Calázio

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O que é calázio?

O calázio, ou chalázeo, é provocado pela inflamação da pálpebra causada pela inflamação (granulomatosa crônica) de uma das glândulas que produzem material sebáceo (glândulas de Meibomius) localizadas nas pálpebras superior e inferior.

O calázio às vezes é confundido com um hordéolo, ou também chamado terçol, que também aparece como uma tumefação na pálpebra. O hordéolo é uma infecção de um folículo ciliar que causa um nódulo avermelhado e doloroso na borda palpebral.

O calázio é uma reação inflamatória ante uma obstrução da secreção sebácea pela glândula. Não é causado pela presença de bactérias, todavia a área afetada pode se tornar infectada por bactérias.

 

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Quais os sintomas?

O calázio tende a desenvolver-se mais comumente nas bordas palpebrais e a “apontar” para o interior da pálpebra.

Em alguns casos o calázio pode causar uma inflamação aguda de toda a pálpebra, porém tem um ponto doloroso definido.

 

Qual é o tratamento?

Quando o calázio é pequeno e não causa sintomas, pode desaparecer espontaneamente, mas se é grande pode causar borramento da visão.

O tratamento do calázio é feito por um dos métodos citados abaixo, ou por uma combinação destes:

 

– Compressas mornas: devem ser aplicadas sobre a pálpebra fechada, com um pano limpo umedecido em água morna, durante 5 a 10 minutos, por 3 ou 4 vezes ao dia. Em geral, desaparece em algumas semanas. Em alguns casos pode-se associar pomadas antibióticas.

 

– Injeção de esteróides: pode ser eficaz quando persiste um nódulo pequeno após a realização das compressas mornas.

 

– Excisão cirúrgica: um calázio de grande tamanho o qual não respondeu a outros tratamentos pode ser removido cirurgicamente uma vez que a inflamação inicial já tenha diminuído.

 

Saiba mais sobre: Terçol.

 

Lembre-se: Este artigo visa informar o público e não substitui avaliação por médico oftalmologista, que é o único profissional capacitado para realizar o diagnóstico preciso e indicar o tratamento mais adequado para cada caso. Portanto, não pratique a auto-medicação e procure sempre o seu médico.

 

O Instituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro – IORJ ®, possui equipe médica especializada, com experiência no diagnóstico e tratamento das Emergências Oftalmológicas.

 

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Dr. Gustavo Bonfadini

Doutor em Oftalmologia e Ciências Visuais pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), realizou especialização de 3 anos em Oftalmologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Residência Médica em Oftalmologia pela Secretaria Municipal de Saúde – RJ. É especialista em Cirurgia de Catarata e Transplante de Córnea pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Fez Post-doctoral Research Fellowship em Catarata, Córnea e Cirurgia Refrativa pela Johns Hopkins University – Estados Unidos. Chefe do Setor de Córnea e Cirurgia Refrativa do Instituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro – IORJ, atua nas áreas clínica e cirúrgica da oftalmologia geral, transplante de córnea, síndrome do olho seco, ceratocone, distrofia de Fuchs, conjuntivite, cirurgia a laser, lentes intra-oculares, cristalino e catarata.


Lembre-se: O médico oftalmologista é o único profissional capacitado para realizar o diagnóstico preciso e indicar o tratamento mais adequado para cada caso. Portanto, não pratique a auto-medicação e procure sempre o seu médico.