Glaucoma tem cura?

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Glaucoma tem cura?

 Embora não exista cura para o Glaucoma, na maioria dos casos a doença pode ser controlada satisfatoriamente com tratamento apropriado. O Glaucoma é a maior causa de cegueira irreversível, uma doença crônica que dura toda a vida, e é necessário que o paciente mantenha a continuidade do tratamento para reduzir a pressão intraocular e evitar a perda de visão. Quanto mais rápido se descobrir e iniciar o tratamento, menor será a perda de visão.

 

 

Saiba mais sobreo que é Glaucoma.

 

Sintomas: Alguns pacientes poderão experimentar sintomas vagos, que são importantes avisos de que é necessário um exame ocular completo.

 

Esses sintomas podem compreender a necessidade de:

 Trocar com frequência o grau dos óculos;

Dificuldades para adaptar-se à ambientes escuros;

Perda de visão lateral;

Visão embaçada;

Aparecimento de halos ou arco-íris ao redor das luzes (casos raros);

Cefaléias (dor de cabeça) ou dor ocular intensa (casos raros).

 

As chances de ser portador de Glaucoma aumentam com a idade:

Geralmente apresenta-se em pessoas com mais de 35 anos;

Uma em cada 50 pessoas com mais de 35 anos possui glaucoma*;

Três em cada 100 com mais de 65 anos tem glaucoma*;

Uma forma muito rara de Glaucoma pode ocorrer em crianças pequenas.

*Segundo a Sociedade Nacional de Prevenção de Cegueira dos Estados Unidos da America (E.U.A.)

 

As pessoas com maior risco de desenvolver Glaucoma devem fazer exame ocular com regularidade, realizado por médico oftalmologista.

 

Abandono do tratamento do Glaucoma.

 Custo do colírio e falsa crença de que pressão ocular está sob controle, podem fazer alguns pacientes de desistirem do tratamento. Porém, a baixa adesão ao tratamento do Glaucoma agrava a doença em 65% dos pacientes – 45% por descontinuidade do uso de colírio e 20% por interrupção da medicação. Esta piora da doença faz com que o paciente perca visão periférica inicialmente e com o tempo haja o risco até de cegueira.

É o que aponta levantamento feito em instituições brasileiras. Dos pacientes analisados, o desperdício de medicação respondeu por 76% da descontinuidade do tratamento e o uso abaixo da recomendação médica por 24%.

 

O que é Visão Periférica?

A visão periférica é a capacidade do individuo de enxergar pontos a sua frente e ao redor do seu campo visual, ou seja, é aquela que se forma fora da mácula, na periferia da retina. Tratando-se de uma visão pouco rica em detalhes, onde o individuo percebe a presença dos objetos e movimentos, mas nada nítido quase desfocado. Importante no processo de locomoção do individuo principalmente à noite que tem pouca iluminação, onde ele conseguirá enxergar também os objetos que não estão sendo focados, não correndo o risco de esbarrar ou tropeçar em algum deles. Isso acontece porque a luz incide em nossos olhos somente de forma retilínea a frente dos nossos olhos e, o que está ao redor aparece desfocado.

 

O que é Visão Tubular?

A visão tubular é um sintoma do Glaucoma bastante grave, onde apenas a visão central é percebida e o paciente começa a tropeçar e esbarrar em objetos, porque a percepção periférica é ausente, influenciando diretamente em suas ações do dia a dia. Nela, a retina central está funcionando e a acuidade visual pode estar normal inclusive e, durante o dia não impossibilitar a leitura ou atividades normais do cotidiano do paciente. Mas, durante a noite, o problema se agrava com a falta de luz e a pessoa costuma não se sentir a vontade para realizar ações simples como andar, dançar, ler, entre outros. Isso quer dizer que o paciente tem a sensação de que um tubo está a sua frente, assim como olhar através de uma janela a certa distância, você só consegue visualizar o que está a frente da mesma e, não consegue enxergar as laterais do espaço exterior.

 

Saiba mais sobre os Hábitos que podem agravar o GLAUCOMA e alguns Medicamentos que podem prejudicar ou aumentar o GLAUCOMA. 

 

O Instituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro – IORJ ®, participa, estimula e atua divulgando diversos projetos de saúde ocular, inclusive na prevenção à cegueira e combate ao Glaucoma.

Contamos com equipe médica especializada, e grande experiência no diagnóstico e tratamento do Glaucoma.

 

Agende sua consulta. 

 

Lembre-se: Este artigo visa informar o público e não substitui avaliação por médico oftalmologista, que é o único profissional capacitado para realizar o diagnóstico preciso e indicar o tratamento mais adequado para cada caso. Portanto, não pratique a auto-medicação e procure sempre o seu médico

Dr. Gustavo Bonfadini

Doutor em Oftalmologia e Ciências Visuais pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), realizou especialização de 3 anos em Oftalmologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Residência Médica em Oftalmologia pela Secretaria Municipal de Saúde – RJ. É especialista em Cirurgia de Catarata e Transplante de Córnea pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Fez Post-doctoral Research Fellowship em Catarata, Córnea e Cirurgia Refrativa pela Johns Hopkins University – Estados Unidos. Chefe do Setor de Córnea e Cirurgia Refrativa do Instituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro – IORJ, atua nas áreas clínica e cirúrgica da oftalmologia geral, transplante de córnea, síndrome do olho seco, ceratocone, distrofia de Fuchs, conjuntivite, cirurgia a laser, lentes intra-oculares, cristalino e catarata.


Lembre-se: O médico oftalmologista é o único profissional capacitado para realizar o diagnóstico preciso e indicar o tratamento mais adequado para cada caso. Portanto, não pratique a auto-medicação e procure sempre o seu médico.