Novo Tratamento Edema Mácula Diabetes

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Novo Tratamento Edema Mácula Diabetes. O Ozurdex recebeu aprovação pelo Food and Drugs Administration – FDA (Estados Unidos) e na Europa para ser comercializado, e chegou recentemente ao Brasil. Trata-se de um implante biodegradável capaz de liberar dexametasona dentro do olho de forma gradual, por até seis meses após a aplicação nos olhos. Indicado para o tratamento do edema de mácula, associado a oclusões da veia retiniana. Os pacientes tratados com esse medicamentos apresentaram melhora da visão, quando comparados com o tratamento tradicional. O medicamento permanece no olho por meses, como um dispositivo de liberação lenta da droga, reduzindo a necessidade de reaplicações.

 

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Segundo o Dr. Almyr Sabrosa, um dos pesquisadores deste tratamento no Brasil, este implante biodegradável pode ajudar a combater a perda de visão entre pacientes diabéticos. O dispositivo contém dexametasona, um medicamento anti-inflamatório da classe dos corticosteroides que é capaz de combater o edema
macular, acúmulo de líquido na mácula (parte central da retina, na parte posterior do olho).

O edema macular é uma complicação grave entre diabéticos e pode levar à perda da visão. Normalmente, ocorre entre os pacientes que não têm bom controle da glicemia (nível de açúcar no sangue). Isso porque as variações de açúcar no sangue inflamam os vasos sanguíneos, que ficam mais permeáveis. Assim, podem ocorrer vazamentos de líquido para o exterior dos vasos. O diabetes é a principal causa de cegueira entre adultos de 20 a 65 anos. No Brasil, existem 6 milhões de pessoas com baixa visão e 582 mil cegos, segundo último censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Hoje, o tratamento para o edema macular é feito com laser e injeções bimestrais. Os medicamentos injetados, porém, são menos potentes que a dexametasona, segundo o Dr. Renato Patuzzo.

“A substância não é usada nas injeções convencionais porque sua ação é muito rápida, de horas”, diz Renato Patuzzo. “Seriam necessárias muitas injeções.”

A implantação do dispositivo ocorre sem cortes, no consultório, com uma injeção que contém o pequeno implante. O paciente toma anestesia local e todo o procedimento dura cerca de 15 minutos. Não é preciso retirar o implante, já que o organismo absorve o material. “Esse tipo de implante é o futuro do tratamento de doenças oculares”, afirma
 Dr. Almyr Sabrosa.

O implante, porém, não está isento de riscos, que envolvem infecções e o aumento da pressão intraocular. Esse aumento da pressão pode lesionar o nervo óptico, estrutura que transmite os sinais do olho para o cérebro.

A principal vantagem do implante, segundo Dr. Almyr Sabrosa, é a sua tecnologia, que permite o uso por até seis meses do medicamento sem a necessidade de uma nova aplicação.

 

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Lembre-se: Este artigo visa informar o público e não substitui avaliação por médico oftalmologista, que é o único profissional capacitado para realizar o diagnóstico preciso e indicar o tratamento mais adequado para cada caso. Portanto, não pratique a auto-medicação e procure sempre o seu médico

Dr.Renato Patuzzo

Médico-oftalmologista especialista pelo Conselho Brasileiro de oftalmologia, Pós-graduação pela PUC-RJ.

Dr. Almyr Sabrosa

Médico-oftalmolgista pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia CBO, especialista Retina clinica- cirurgica FMUSP.


Lembre-se: O médico oftalmologista é o único profissional capacitado para realizar o diagnóstico preciso e indicar o tratamento mais adequado para cada caso. Portanto, não pratique a auto-medicação e procure sempre o seu médico.